Olá pessoas!
Meu estímulo para entrar no mundo das finanças pessoais foi, como já disse no post anterior, um acontecimento que fez nossas despesas mensais aumentarem muito, no exato momento em que tivemos um bebê. Ou seja, os gastos, que já iriam crescer, cresceram muito mais que o esperado.
Por motivos pessoais/familiares que não irei comentar aqui, tivemos que alugar um apartamento e continuar pagando o financiamento habitacional do imóvel em nosso nome. O apartamento foi comprado durante o boom imobiliário, portanto, não foi barato e tem um saldo devedor gigante. Está a venda. Por sorte, conseguimos alugar um apartamento por um ótimo preço (o fim do boom imobiliário me ajudou, nesse caso). Pagamos no total R$ 1.300,00 (aluguel + condomínio) por um apartamento antigo, porém grande e muito bem localizado.
Desse modo, o início desse blog será mais focado em controle de despesas e vida frugal do que em investimentos. O objetivo no momento é tentar não usar o colchão de segurança, que foi a única poupança criada nesse tempo de corrida de ratos. Com o bebê, fica mais difícil controlar os gastos, pois entraremos num terreno desconhecido. Gastos com fraldas, creche, remédios, brinquedos. São itens que não tenho como prever exatamente quanto dinheiro será usado.
Vamos às despesas:
Aportes: Vergonha. Vamos melhorar isso aí!
Moradia: Inclui prestação do financiamento, aluguel, dois condomínios, água, luz, telefone, TV a cabo, internet e empregada doméstica, Está super alto. Esperando a venda do imóvel para ajustar esse item.
Alimentação: Supermercado, padarias e almoço durante a semana. Acho que está num bom valor.
Transporte: Prestação do carro, seguro, IPVA, combustível, manutenção e transporte público. O carro foi comprado zero km (afinal, eu estava na corrida dos ratos) e as prestações acabarão em maio de 2017. Pretendo ficar com esse carro por pelo menos mais 2 anos. O carro é usado pela esposa, eu uso ônibus e isso é ótimo. Acho que esse item está num bom valor e vai ficar ainda melhor quando acabarem as prestações.
Saúde: Plano de saúde, médicos e farmácia. Ainda está sob influência das despesas do parto. A tendência é diminuir. Ao mesmo tempo, não sei como serão os gastos com o bebê. Será que termos que comprar muito remédio? Enfim, esperar pra ver.
Dívidas: Um consignado meu e um da esposa (corrida dos ratos!). Os juros são bem baixos. Talvez eu quite um dos dois.
Doações: Ajuda à família da esposa. Faz parte, é uma boa ação.
Despesas pessoais: Aí entra um monte de coisa não essencial. Bares, comer fora de casa, roupas, móveis, eletrodomésticos e mais um monte. Depois comento melhor sobre essas despesas e como estou tentando controlá-las.
Se alguém tiver alguma observação, dica ou comentário, por favor fique à vontade. Será um prazer
conversar sobre esse assunto.
Um abraço!

CA, muito bem-vindo à blogosfera!
ResponderExcluirParabéns pelo filhote! Sucesso pra você e pra dona Maria!
Creio q esta começando pela parte mais importante, reduzir gastos. Cada real poupado equivale a qse 2 ganhos (Pq Qdo poupa não incide imposto, evita aumento de gastos etc...).
Boa sorte. Trace estratégia firme junto a esposa e bora la
Valeu FPI!
ExcluirGostei dessa proporção 1 pra 2. Estimula ainda mais a poupar.
Em outros posts vou detalhar melhor as estratégias que estou tentando seguir.
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